terça-feira, 29 de abril de 2014

Comemoração do Dia Mundial do Teatro/SEMANA DA LEITURA 2014
Os alunos da turma do 7ºD estiveram presentes na Biblioteca da Escola Sophia de Mello Breyner para assistir à representação da peça O Camponês, apresentada pelos alunos de Oficina de Teatro. Uma atividade desenvolvida no âmbito da leitura em parceria com as duas escolas.

Era uma vez um camponês que vivia com a sua mulher e as três filhas. Ele era muito desconfiado de um vizinho. Um dia, pôs o seu balde num sítio diferente do costume e acusou o vizinho sem provas. Quando se apercebeu, sentiu-se mal por tê-lo culpado.
A moral da história é “ não se julga um livro pela capa “.  
Na minha opinião é uma peça muito bonita que transmite uma lição de vida, embora pudesse ser mais elaborada e mais expressiva. Eu recomendo esta peça a todas as crianças porque é um bom exemplo para os mais novos, ensina-os a respeitar as diferenças das outras pessoas.
Ana Cláudia, 7ºD
 A peça, cujos autores são Ilidia Rosse e Joana Couls, chama-se “O camponês”.
 Esta peça foi representada pelos alunos da Oficina de Teatro da escola E.B 2/3 Sophia de Mello Breyner.
 A peça, cujo nome inicial era “Um estranho perto da minha casa”, foi retirada de um livro de Moral , tendo sido adaptada de texto narrativo para dramático.
As personagens retratadas são um camponês, a esposa dele e as três filhas. São humildes. A peça, cujos autores são Ilidia Rosse e Joana Couls, chama-se “O camponês”.
 Esta peça foi representada pelos alunos da Oficina de Teatro da escola E.B 2/3 Sophia de Mello Breyner.
 A peça, cujo nome inicial era “Um estranho perto da minha casa”, foi retirada de um livro de Moral , tendo sido adaptada de texto narrativo para dramático.
 As personagens retratadas são um camponês, a esposa dele e as três filhas. São humildes.
A história fala sobre um camponês que vivia tranquilamente com a sua família até que um dia chegou um novo vizinho às redondezas. Mal chegou, o camponês julga-o sem o conhecer. Vendo este comportamento a família começa a criticar o camponês.
 Passaram alguns dias e o camponês perde o seu balde. Quando isto aconteceu, culpou o vizinho, dizendo que este lho tinha roubado. A família começou a dizer-lhe que ele estava tolo, tendo as filhas dito que o deviam internar.
 Após o camponês ter tido uma pequena discussão com a família em relação ao balde, vai beber um pouco de água ao poço. Quando chega lá, encontra o balde e apercebe-se de que ele estava errado, a culpa não era do vizinho mas sim dele mesmo.
Na minha opinião este pequeno teatro transmite-nos uma lição muito importante para a nossa vida: não devemos julgar os outros pelas aparências.
Giuliana Santos, 7ªD
O camponês
Era uma vez um camponês que vivia junto da sua mulher e das três filhas.    
O camponês era muito desconfiado e, por isso, como uma nova pessoa tinha lá aparecido desconfiou e achou estranha a sua presença.
Trabalhava todos os dias até ao pôr-do-sol e quando começava a escurecer recolhia-se com a sua família.
Um dia, quando o camponês ia trabalhar, não encontrou o seu balde, culpando imediatamente o novo vizinho.
A mulher e as filhas criticaram-no por ter desconfiado do vizinho e o camponês acabou por lhes dar razão pois encontrou que o balde tinha colocado num local diferente do habitual.
A minha opinião é que não se deve julgar pela aparência. Apesar de ser um novo vizinho e não ser  conhecido, tal não é motivo para afirmar que rouba.
O cenário estava engraçado, mostrava uma casa com uma árvore, as personagens representavam bem e encarnavam bem o papel atribuído a cada um.
Mariana Barbosa Oliveira, 7ºD 
Na última quarta-feira de aulas, fomos à Biblioteca da Escola Sophia de Mello Breyner assistir a uma peça de teatro representada pelos alunos de Oficina de Teatro e coordenada pelas professoras Carla Milheiro e Sandra Silva.
A peça tinha como personagens um camponês, a esposa e as três filhas. Eles eram pobres e viviam no campo.
Um dia à tarde, o camponês pousou o balde em cima do poço e, passado algum tempo, o balde tinha desaparecido. Ele acusou o novo vizinho de o ter roubado, mas afinal de contas tinha sido ele que tinha mudado o balde de sítio.
A moral de história é que não se deve julgar as pessoas pelas aparências.
A minha opinião é que foi bem encenada mas as personagens podiam saber melhor as falas e ensaiar mais.
Mafalda Silva e Diogo Lopes, 7ºD